Você está no trabalho e tem um dia tenso. Seu objetivo é chegar em casa, tomar um banho quente e ficar confortável no sofá. Para isso, basta programar o ar-condicionado para ativar meia hora antes e encher a banheira cinco minutos mais cedo que o horário programado para chegar. Achou essa ideia impossível? Ela é possibilitada pela Internet das Coisas (IoT).

No ambiente corporativo, essa abordagem é tão ampla quanto. Nesse caso, um equipamento industrial notifica o usuário a respeito da necessidade de manutenção ou da reposição de uma peça. Ou o sistema de segurança da informação é automatizado para detectar ameaças, fazer atualizações e impor restrições de acesso.

Os usos, na verdade, são múltiplos, inclusive para a coleta e a comunicação de dados. Esse é o tema deste artigo. Afinal, com o grande volume de informações gerado todos os dias pelas empresas, torna-se fundamental contar com ferramentas apropriadas — e a IoT é uma delas.

É assim que você alcança um nível maior de eficiência operacional e coloca em prática a análise de dados. Então, que tal entender mais sobre como funciona esse processo? Confira!

O que é Internet das Coisas?

A IoT consiste em integrar sensores em objetos utilizados no dia a dia com o objetivo de aumentar a eficiência e os resultados alcançados. Por meio desses dispositivos, são coletados dados, que embasam as tomadas de decisão. Por isso, essa tecnologia pode ser implementada nas casas e no ambiente de negócios.

A ideia da chamada Internet das Coisas é facilitar a comunicação entre os objetos, a fim de que o mundo físico se aproxime do virtual. Dessa forma, os dispositivos se tornam “inteligentes” por estarem conectados à rede. Junto a esse processo, há uma interligação entre pessoas, objetos e empresas — daí a importância dessa tecnologia para a gestão data driven.

Na prática, a IoT estende a internet ao mundo real para facilitar a vida moderna. No entanto, ela vai mais além e possibilita reduzir as incertezas e as imprevisibilidades para o cenário corporativo. Com isso, é possível tornar a rotina operacional mais produtiva.

Como a Internet das Coisas funciona?

Por todas as suas características, a IoT modifica a maneira das pessoas viverem e trabalharem. Esse é um aspecto fundamental para a transformação digital e ingresso da empresa na indústria 4.0, porque permite aperfeiçoar o controle por meio da coleta e comunicação de dados. Ao mesmo tempo, simplifica a gestão de processos.

Como isso acontece? A melhor resposta passa pela comparação com a análise de dados tradicional. Nesse modelo, há o armazenamento e posterior avaliação das informações. Na Internet das Coisas, o processo é mais complexo e envolve três elementos a serem combinados:

  • dispositivos: são os aparelhos nos quais sensores, chips, antenas etc. são integrados, como carros, geladeiras, lâmpadas, equipamentos industriais e mais;
  • rede: é o meio de comunicação, como wi-fi, dados móveis e bluetooth;
  • sistema de controle: faz o processamento dos dados capturados pelos dispositivos, controla diferentes aspectos e realiza novas conexões.

No caso da aplicação no ambiente residencial, é só imaginar que seu despertador toca, aciona sua cafeteira para fazer café e abre a cortina de maneira automática para iluminar a casa. Em relação à parte médica, um tênis pode ser integrado com sensores que detectam as passadas, o ritmo cardíaco e outras informações corporais para identificar situações negativas que podem interferir no organismo.

As smart cities são outro exemplo. Elas são equipadas com redes integradas que favorecem a vigilância, a mobilidade, a segurança pública e até o transporte. Ainda existem aplicações específicas para o contexto organizacional, mas entenderemos mais sobre elas em seguida.

Por enquanto, o mais importante é saber que a IoT impacta a gestão de dados. As companhias precisam se reestruturar e arquitetar suas informações de maneira diversa para terem mais capacidade de análise. Nesse cenário, é preciso adotar novas plataformas e criar políticas e práticas de governança corporativa.

Para você ter uma ideia, essa questão é tão importante que a Internet das Coisas deve movimentar 132 bilhões de dólares no Brasil até 2025. Segundo o BNDES, as áreas que mais receberão investimentos são cidades, rural, saúde e indústria. Além disso, a expectativa é que, até 2020, existam 26 bilhões de dispositivos conectados no mundo, o que pode aumentar os serviços em 300 bilhões de dólares.

Todos esses dados são justificados pelo fato de a IoT contemplar técnicas analíticas avançadas, a exemplo da Inteligência Artificialmachine learning e People Analytics. A ideia é que essas tecnologias de alto desempenho identifiquem padrões, forneçam métricas e realizem correções em sistemas conectados ou emitam alertas sobre a necessidade de tomar boas decisões.

Da mesma forma, a coleta e a comunicação de dados permitem monitorar as condições e os limites capazes de prever eventos futuros e avaliar cenários “e se”. Em outras palavras, por meio da Internet das Coisas, mais que analisar dados históricos, você consegue projetar o futuro, antecipar tendências e saber qual é o melhor caminho a seguir.

Quando a Internet das Coisas surgiu?

Apesar de a possibilidade de conectar objetos ser recente, essa discussão remonta ao início da década de 1990. Esse foi o período em que a conexão TCP/IP e a internet começaram a se popularizar. Além disso, a evolução para a rede sem fio, a possibilidade de embutir sensores nos equipamentos e aperfeiçoar a comunicação e a coleta de dados facilitou a criação da IoT.

Dentro de toda essa discussão, o termo Internet das Coisas foi criado por Kevin Ashton. O empresário foi um dos fundadores do Auto-ID Center, no MIT, e descobriu de que maneira era possível conectar objetos à internet com a ajuda de uma etiqueta com tecnologia de identificação por radiofrequência, a RFID.

Dez anos depois, Ashton escreveu um artigo sobre a IoT no RFID Journal. Na época — início dos anos 2000 —, a capacidade de acúmulo de dados em gravações, reprodução de imagens e registros era de 50 pentabytes. Hoje, as possibilidades são muito maiores, especialmente por conta do desenvolvimento online, das novas tecnologias e até da computação em nuvem.

Qual é o objetivo da Internet das Coisas?

A principal finalidade dessa tecnologia é permitir que os objetos estejam conectados entre si e com seus usuários por meio de conexões sem fio e sensores. Para isso, é necessário fazer o registro contínuo de dados sobre os dispositivos durante o uso.

Por exemplo, um médico pode utilizar um wearable para identificar mudanças de temperatura corporal e de outros fluidos para detectar possíveis doenças. A mesma ideia é aplicável a equipamentos industriais que requerem manutenção.

Nesse momento, vale a pena destacar a importância da integração entre o Big Data e a Internet das Coisas. A primeira ferramenta consiste na coleta, organização e transformação dos dados para sua utilização como informações úteis. A combinação entre elas tem o propósito de gerar insights valiosos, que sinalizem ao tomador de decisão qual é o melhor caminho a seguir.

Como a Internet das Coisas pode ser aplicada?

O mundo corporativo é amplamente afetado pela IoT. Como informamos, essa tecnologia é essencial para a implantação da indústria 4.0 e até da transformação digital. Portanto, é fundamental que as empresas a apliquem em seu negócio. Como fazer isso? Apresentamos algumas opções a seguir. Confira!

Tomadas de decisão

Os volumes de dados gerados são analisados para serem transformados em informações e insights valiosos. Quando esse processo é feito em parceria com o Big Data e o machine learning, você consegue identificar tendências, por exemplo, de alteração no comportamento de consumo do público-alvo para modificar o mix de produtos oferecido.

Outra possibilidade é criar estratégias inovadoras para o negócio. Como você terá informações relevantes à sua disposição, fica mais fácil tomar decisões acertadas. Um dado que confirma essa afirmação é o da economia de até 200 bilhões de dólares na indústria de saúde dos Estados Unidos com o uso de técnicas de análise avançadas e precisas, que evitam o recall de produtos no mercado.

Segurança da informação

Os recursos disponíveis e a integração entre as ferramentas requerem mais cuidado com a segurança da informação, a fim de que os dispositivos funcionem de maneira adequada e sob controle. Como os aparelhos com conexão à internet podem ser invadidos por hackers, é necessário ter um cuidado extra com arquivos sensíveis, sensores, câmeras, senhas, microfones etc.

O ideal é trabalhar a governança de dados para que eles se tornem estratégicos e centrais. Essa medida é importante, especialmente, para os clientes da sua empresa — essa é a aplicação da Internet das Coisas para a segurança da informação. É possível ter um controle maior sobre as autorizações de acesso aos dados, além de fazer um monitoramento constante.

Tenha em mente que a segurança da informação é a maior preocupação técnica das companhias que implantam sistemas de IoT. Segundo a consultoria Gartner, o motivo para essa atenção é a falta de controle sobre a origem e a natureza dos programas e dispositivos.

Otimização das operações

Os dados coletados e comunicados pela Internet das Coisas são armazenados na nuvem por meio de plataformas em cloud. Essa característica leva ao aprimoramento dos processos organizacionais, inclusive com a possibilidade de monitorar métricas de desempenho.

Isso é o que o Uber fez. A empresa desenvolveu algoritmos para controlar o tráfego de veículos e a jornada realizada em tempo real. Com isso, o sistema identifica a necessidade de reajustar o preço e quantos motoristas são necessários para atender à demanda em determinadas faixas de horário.

O setor de utilities, também, é beneficiado por esse modelo de aplicação. Com medidores inteligentes, é possível coletar os dados e fazer análises que determinam o controle e a necessidade de gestão do uso da energia. Ao mesmo tempo, a modelagem preditiva permite configurar períodos de inatividade, com o propósito de fazer um uso mais eficiente.

Atualização de estoque

A Internet das Coisas é passível de ser adotada até mesmo em pequenos negócios. Um exemplo é a atualização do estoque. Lojas e mercados menores que utilizam essa tecnologia identificam quando determinado produto é vendido e atualizam o estoque na hora para sinalizar a necessidade de aquisição de mais unidades com o fornecedor.

Além disso, já existem as chamadas smart shelves, ou estantes inteligentes. A ideia é que a própria prateleira indique os produtos existentes e a quantidade exata de cada item. Com isso, a ação de compras e requisição de mercadorias e materiais é automatizada e otimizada, já que os próprios objetos serão capazes de emitir ordens de aquisição para os fornecedores.

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Otimização do data center

Os dispositivos conectados pela IoT transmitem informações em tempo real. Esses dados precisam ser gerenciados por aplicações centralizadas. Por isso, o data center deve ser otimizado e até repensado no contexto atual. A ideia é alterar a arquitetura para melhorar o tráfego de forma eficiente.

Mais que isso, é necessário analisar os dados não estruturados — e os data centers são fundamentais para essa funcionalidade. Eles sentem os impactos mais significativos, porque é nele que é feita a manipulação e sua transformação em informações úteis.

Para garantir o máximo de retorno, é preciso agir de maneira proativa, a fim de conhecer oportunidades e prioridades. Assim, vale a pena apostar na infraestrutura em nuvem, uma das maneiras mais eficientes de otimizar o data center.

Gerenciamento de tarefas

Os dispositivos conectados à Internet das Coisas aprendem os comportamentos e as atividades dos usuários. Em uma empresa, isso significa que o fluxo de tarefas é otimizado, até mesmo quando é mais complexo. É o caso, por exemplo, de um desenvolvedor, que utiliza soluções ágeis para gerenciar e até criar ambientes.

Por sua vez, um contador é capaz de aproveitar o sistema tecnológico para fazer lançamentos contábeis, auditoria de documentos, classificação tributária e outras tarefas mais operacionais de maneira automática. Assim, seu foco de trabalho é a análise de relatórios e a consultoria para os diretores, a fim de sinalizar o melhor caminho a seguir.

Comunicação e coleta de dados

Uma das principais transformações da IoT é a eliminação das barreiras na comunicação entre robôs e seres humanos. Um exemplo simples disso são os carros que se movimentam sozinhos. No entanto, há outras melhorias para o ambiente corporativo.

A coleta e a comunicação de dados geram aumento de produtividade, redução do tempo de inatividade e gestão do período de disponibilidade. As análises avançadas, ainda, permitem elevar o faturamento e reduzir os custos de operação. Esse é, aliás, o ponto-chave da Internet das Coisas.

Mais que coletar os dados, é preciso saber avaliá-los qualquer que seja sua fonte ou estruturação. Nesse cenário, surge o Analytics. Esse processo consiste na interpretação dos itens coletados para transformá-los em informações úteis. A seguir, explicaremos melhor como ele funciona.

Como usar a Internet das Coisas na coleta e comunicação de dados?

O Analytics é dividido em Business Intelligence (BI) e Advanced Analytics (AA). No primeiro caso, a coleta de dados originados de fontes externas e internas oferece suporte à gestão.

O segundo, por sua vez, contempla uma série de atividades direcionadas para a análise aprofundada. O objetivo é verificar o que acontece, por que, quando e onde determinado evento surge a partir de probabilidades.

Dentro do contexto da AA, existem as análises preditivas e prescritivas. Em conjunto, elas indicam quais são as consequências das decisões tomadas e as ações a serem adotadas com o propósito de alcançar os resultados desejados.

Além disso, ambas as interpretações são derivadas de modelos matemáticos, que resultam em probabilidades. No entanto, quanto maior for a qualidade das informações, maior será a chance de precisão. Nesse contexto, você deve estar se perguntando: qual a integração do Big Data e do Analytics com a Internet das Coisas?

Todas essas ferramentas propiciam uma coleta em tempo real, com dados inteligíveis e que ajudam a criar estratégias precisas, que ajudam a desenvolver o produto ou o serviço, bem como o relacionamento com o consumidor. A IoT ainda traz mais amplitude a esses processos. Isso acontece porque a captação de dados ocorre:

  • a qualquer tempo e em diferentes contextos;
  • a partir de qualquer coisa ou dispositivo;
  • de qualquer lugar ou fonte;
  • por meio de diversos caminhos e redes;
  • a partir de qualquer pessoa/usuário;
  • de qualquer serviço, segmento ou negócio.

Essa possibilidade é permitida pela rede de sensores, que estão ligados com base em diferentes protocolos e tecnologias. Em seguida, os dados são processados e as decisões tomadas. Depois disso, chega o momento de verificar os resultados e tomar as decisões acertadas.

Para chegar a esse nível e garantir uma coleta e comunicação de dados eficiente, a Internet das Coisas deve conter algumas características essenciais. Veja!

Inteligência

A ideia é aplicar o conhecimento gerado pela coleta, modelagem e pelo raciocínio. O contexto pode embasar a fusão dos dados do sensor para gerar inferências e tornar a interpretação mais inteligente.

Arquitetura

A arquitetura da IoT deve ser híbrida para compreender várias arquiteturas ao mesmo tempo, com o objetivo de facilitar a comunicação.

Sistemas complexos

O grande número de objetos inseridos na Internet das Coisas atua de forma autônoma. Os novos começam a se comunicar e os existentes desaparecem.

Tamanho

A interação entre os objetos é facilitada pela IoT. A expectativa de um grande número de dispositivos conectados deve aumentar de forma exponencial com o passar dos anos, o que significa que a quantidade de interações também será elevada.

Tempo

O processamento de dados ocorre em tempo real. Além disso, as tecnologias conseguem lidar com bilhões de eventos simultâneos e paralelos.

Espaço

A localização geográfica do objeto representa um papel significativo no contexto consciente. Em outras palavras, é um elemento importante para a análise.

Recursos como serviço

A computação em nuvem popularizou os recursos como serviço. Os principais são: plataforma como serviço (PaaS), infraestrutura como serviço (IaaS) e softwares como serviço (SaaS). A vantagem dessa abordagem é sua eficiência, escalabilidade e facilidade de uso. A IoT aumenta ainda mais essa demanda e permite colocá-la em prática.

Ao considerar todos esses aspectos, fica claro que os dados coletados e comunicados entre os dispositivos embasam relatórios, que são gerados pelos sistemas e servem de subsídio às tomadas de decisão. De quebra, os dashboards reúnem as principais informações aos gestores, que conseguem determinar de maneira mais acertada e ágil os rumos a serem seguidos.

Essa é uma forma, portanto, de ir além da análise de dados. O resultado é a capacidade de prever o ciclo de vida e o comportamento dos consumidores, as vendas e a demanda, e a automação de cadastros e processos.

Como é possível identificar um objeto inteligente?

As principais características que determinam se um objeto é considerado inteligente são:

  • ter identificação por meio de nome e endereço na internet;
  • ser capaz de comunicar, ou seja, enviar e receber informações para outros dispositivos;
  • permitir a interação para responder as informações recebidas;
  • oferecer capacidade de processamento;
  • contar com algum sensor de fenômeno físico, por exemplo, luz, velocidade, eletromagnetismo, calor, radiação e mais.

Perceba que algumas dessas características são comuns a qualquer objeto conectado à internet. No entanto, entre essa opção e a IoT existe uma grande diferença. Para ser inserido na segunda categoria, é preciso que o dispositivo seja capaz de interagir de maneira física com a rede, ou seja, coletar e comunicar dados.

Assim, qualquer objeto inteligente gera dados detalhados de forma contínua. Junto a isso, o Big Data permite armazenar as informações e combiná-las com outras fontes de dados com o propósito de transformá-las em conhecimento prático.

O que esperar do futuro?

Considerando que a IoT é aplicável a diferentes situações nas empresas — como fabricação, logística, energia e utilidades —, fica claro que o futuro continua por esse caminho. O uso dos dados será cada vez mais necessário e eles se consolidarão, de fato, como os ativos estratégicos mais importantes de qualquer negócio.

Nesse cenário, surgirá a Inteligência das Coisas, que é mais que uma tecnologia ou conceito. É, na realidade, a evolução da IoT com o objetivo de fornecer inteligência artificial aos dispositivos que já se comunicam pela internet. Isso dará aos dispositivos a capacidade ainda maior de tomar decisões autônomas, a partir de conhecimentos aprendidos pelo machine learning.

Aos gestores, caberá verificar os dados e confirmar as tendências apresentadas pelas soluções, com o propósito de atuar de forma ainda mais estratégica e alcançar um desempenho melhor dos aparelhos, a fim de alcançar os resultados esperados.

Assim, a expectativa é que, cada vez mais, os produtos e serviços sejam executados por máquinas, que serão munidas de inteligência e sensores para serem capazes de desempenhar suas atividades. As pessoas, nesse contexto, precisam trabalhar a interpretação dos dados e a conferência dos aprendizados do machine learning. Caso contrário, o volume de informações desnecessárias será maior.

Em resumo, a Internet das Coisas oferece um grande potencial para a sua empresa, qualquer que seja seu tamanho ou segmento de atuação. Para aproveitá-lo, é preciso ter uma atuação estratégica, compreender seu funcionamento e, claro, entender como deverá ser o futuro. É assim que você atingirá os resultados esperados.

E você, o que achou de entender mais sobre a IoT? Ficou com alguma dúvida? Quer saber mais sobre como a tecnologia pode ajudar seu negócio? Deixe seu comentário no post!

Beluga
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