A gestão empresarial tem ganhado bastante destaque nas duas últimas décadas. À medida que a tecnologia e a globalização avançaram, surgiu uma pressão muito grande para que os negócios aumentassem sua eficiência, ao mesmo tempo em que reduzem os custos. Afinal, a ciência dos dados, com oBig Data e Business Intelligence, permitiu que as empresas tivessem ferramentas capazes de monitorar seus resultados constantemente e realizar intervenções rápidas.

Com isso, a competitividade aumentou bastante, e somente os mais adaptados sobrevivem. Além disso, as constantes crises econômicas dos últimos anos têm selecionado aqueles negócios com os processos mais enxutos. Se você quer entender melhor sobre esse cenário, os conceitos e a importância da gestão empresarial, não deixe de ler o nosso post completo!

O que é gestão empresarial?

A gestão empresarial se refere a toda atividade de gerenciamento dos recursos disponíveis a fim de produzir resultados táticos. Portanto, seu principal objetivo é manter práticas que otimizam continuamente o posicionamento da empresa no mercado, tendo como alicerce o planejamento estratégico.

Assim, o gestor — junto com as diretorias — é o responsável pela definição das metas do negócio. Além disso, é imprescindível compreendê-las em um nível mais profundo, observando as ameaças e oportunidades do mercado. No panorama mais atualizado da gestão, ela não pode ser alheia aos eventos do mundo externo. É preciso sempre pensar em como ciclos econômicos são capazes de impactar o desempenho interno.

Ou seja, além de pensar no presente, outra função importante dessa prática é ficar de olho nos riscos e preveni-los sempre que possível. Por exemplo, nas empresas que dependem de matérias-primas internacionais, a gestão de compras deve estar sempre atenta às tendências do dólar para adiantar ou adiar a aquisição de produtos.

Vamos a um exemplo real: as empresas internacionais de eletrônicos, como a Apple ou a Samsung, têm como objetivo principal produzir dispositivos eletrônicos que sejam referências em termos estéticos e de desempenho. Se você fosse um gestor dessas empresas, dificilmente teria uma experiência direta em desenvolvimento de aplicativos e sistemas.

Mesmo assim, caberia ao gestor a tarefa de decidir sobre investimentos milionários para criar novos modelos de aparelho. Ademais, você teria de fazer uma série de tomada de decisões para tornar o desejo dos CEOs, dos CIOs e dos demais executivos uma realidade, como:

  • escolha do melhor tipo de financiamento (crowdsourcing, investidores-anjo, rodada de investimentos etc.);
  • realização do orçamento dos projetos;
  • alocação dos recursos em cada setor;
  • processos de controle de qualidade;
  • estabelecimento de prazos etc. 

A gestão também é responsável pela contratação de equipes externas, bem como a análise dos benefícios e riscos a curto, médio e longo prazo. Assim, grande parte das responsabilidades são compartilhadas por ela.

Além disso, no mundo corporativo atual, os gerentes de negócio têm adquirido também muitas responsabilidades em relação aos dados, ganhando os desafios de:

  1. reunir informações estratégias por meio de ferramentas como o Google Analytics, o Big Data, sistemas de Business Intelligence etc., com uma interface muito grande com a TI;
  2. implementar estratégias de coleta de dados para evitar erros e imprecisões;
  3. ser capaz de interpretar as informações para saber se elas estão verossímeis com o panorama do mercado;
  4. motivar os funcionários subordinados a serem produtivos e cumprirem o planejamento estratégico à risca.

Por isso, os gerentes devem ser capazes de filtrar as informações que não ajudam muito para os objetivos do negócio. Portanto, gerir uma empresa é ter um olho no gerenciamento de recursos e o outro, nas metas organizacionais.

Quais as diferenças entre gestão empresarial e administração?

A administração clássica aborda as dificuldades corporativas de uma forma muito mais restrita do que a gestão empresarial. Basicamente, ela busca controlar dois recursos principais:

  • recursos humanos, em processos de recrutamento, contratação, cálculo de custos trabalhistas, manejo de talentos e definição de estratégias de produção.;
  • capital: compra de equipamentos, processos de produção, contato com fornecimento de produtos, análise de crédito etc.

Assim, a administração garante o bom uso dos recursos para evitar perdas e riscos. No entanto, não faz muito mais do que isso. A gestão empresarial, por outro lado, abrange um escopo muito diferente: utilizar esses mesmos recursos de uma forma estratégica, delimitando as metas mais importantes para que haja destaque no mercado. Portanto, inclui tarefas mais “teóricas”, como:

  • criação de uma cultura organizacional, com uma missão bem-definida;
  • definição do que é sucesso para uma empresa. Afinal, nem sempre o objetivo principal de um empreendedor é o lucro;
  • entendimento de toda a cadeia de recursos disponíveis a fim de gerar mudanças que melhorem a relação custo-benefício. 

Como funciona a gestão empresarial?

A primeira coisa que deve ser entendida sobre a gestão é que ela faz parte de um processo contínuo: não é uma ação pontual para corrigir um erro aqui e outro ali. Ou seja, enquanto seu negócio funcionar, algum nível de gestão está sendo aplicado.

Por isso falamos que ela é universal: a questão não é “se”, mas “como” o seu negócio está sendo gerido. Mesmo aquelas empresas sem nenhuma direção têm, pelo menos, alguns processos nesse sentido, tais como planejamento, organização, controle e direcionamento.

No entanto, é preciso distinguir as boas práticas das más. Assim, a gestão empresarial se apresenta como uma ciência aplicada cujo objeto de estudo são as ações que levam uma corporação ao sucesso. Assim, seu enfoque é multidisciplinar e pega emprestado conceitos consagrados de áreas como:

  • Sociologia: para criar um ambiente corporativo saudável;
  • Psicologia: essencial nos processos de recrutamento e gerenciamento de pessoal;
  • Economia: base de todas as decisões estratégicas que envolvem as finanças;
  • Estatística: cálculo de riscos e projeções para o futuro etc. 

Todas elas serão empregadas para criar um planejamento único, o qual contempla todas as expectativas de um negócio e lista os recursos e estratégias para tirá-las do papel.

Além disso, é importante reconhecer a gestão como uma atividade coletiva. Todos os funcionários, do faxineiro até o CEO, são responsáveis por ela. Afinal, um ou dois indivíduos não podem satisfazer todas as necessidades de uma organização complexa.

Isso não significa, entretanto, que não exista a figura do gestor — uma peça-chave para o sucesso. Ele supervisionará todas as tarefas e centralizará a responsabilidade de garantir a conformidade das atividades empresariais com o documento de gestão estratégica.

Por esse motivo, a gestão empresarial é orientada por metas para dar um senso de direção a cada colaborador. Elas podem ser variadas e não envolvem necessariamente dinheiro, como:

  • aumento de lucros;
  • melhoria da avaliação de clientes;
  • maior reconhecimento da marca;
  • redução de custos etc.

Assim, a gestão pode ser enquadrada em 4 funções principais.

Planejamento

É o processo de escolha das tarefas críticas para o alcance das metas organizacionais, isto é, o design do caminho a ser trilhado para alcançar resultados estratégicos em curto e longo prazo. Seu principal produto geralmente é algum documento, distribuído a todos os envolvidos, como um plano de marketing, um plano de negócios, um plano estratégico etc.

Organização

Talvez seja a atividade mais reconhecida popularmente como “gestão”, sendo a principal ferramenta para colocar os planos anteriores em prática. Para isso, suas ações mais comuns envolvem: distribuir tarefas, alocar recursos, criar processos etc. Assim, cada funcionário é capaz de ter um fluxograma mental sabendo quem é responsável por cada função dentro da empresa.

Influência

Essa é a função da gestão mais negligenciada, pois muitos gestores acreditam que eles mandam, e os outros devem obedecer. No entanto, para ter resultados otimizados, é preciso não só as atividades de direção, mas também as de liderança e motivação. Influenciar, então, significa orientar todas as partes envolvidas para o cumprimento das metas de uma forma bem positiva.

Assim, pode-se colher muitos benefícios, como o aumento de produtividade. Afinal, o ambiente corporativo gera muita ansiedade e nervosismo. E todos as revistas científicas são unânimes em mostrar os efeitos negativos do estresse para a produtividade.

Controle

Essa função também pode ser conhecida como monitoramento e inclui todas as ações feitas para garantir que o planejamento estratégico esteja sendo executado corretamente. Portanto, pode incluir as seguintes tarefas:

  • criação e acompanhamento de métricas e indicadores;
  • elaboração de processos de verificação dos resultados e sua conformidade com os objetivos;
  • estabelecimento de padrões e normas de desempenho etc.

Quais são os tipos de gestão empresarial?

Além das funções básicas da administração, ela assume também a supervisão de diversas outras funções corporativas. Isso faz do gestor uma peça-chave, pois ele é capaz de integrar setores muito distintos, como o marketing e as operações. Dessa forma, ele dá coesão a todas as engrenagens para obter os resultados esperados, como citaremos a seguir.

Pessoas

O RH é o maior ativo de uma empresa. Assim, a forma como seus funcionários são motivados e liderados tem um impacto direto na realização do planejamento estratégico. Com isso, a gestão de pessoas se torna:

  • alocação de talentos: insere os funcionários com as habilidades certas nas tarefas certas;
  • política de crescimento: busca manter a motivação, já que eles precisam também saber que terão um caminho para aumentar seus ganhos financeiros e sua importância dentro do negócio, à medida que fizerem um trabalho bem-feito;
  • comunicação: reduz ruídos entre os desejos da diretoria e a execução pelos funcionários que trabalham no “chão de fábrica”;
  • feedback: comenta, com otimismo, as tarefas executadas, elogiando quando está tudo bem feito e aconselhando quando o trabalho está abaixo do esperado;
  • liderança: estabelece práticas de autonomia para que os funcionários não dependam de uma supervisão constante para seguir o planejamento estratégico.

Operações

A segunda peça na engrenagem é o gerenciamento de operações, isto é, todas as atividades que realizam alguma etapa da produção dos serviços/produtos diretamente. Assim, é responsável pelos bastidores:

Logística da cadeia de suprimentos

São todos os processos de intermediação da produção e sua respectiva distribuição. Tudo começa pelo contato e negociação com os fornecedores, planejamento de compras, transporte de matéria-prima, acondicionamento, controle de estoque, entrega aos clientes diretos etc..

Planejamento operacional

Estabelece o ritmo da linha de produção para fabricar em um ritmo razoável a fim de atingir o equilíbrio das curvas de oferta-demanda.

Análise e otimização da produtividade

Estuda a capacidade funcional de uma equipe e busca medidas para que eles trabalhem com todo o seu potencial.

Controle de qualidade

Cria medidas para garantir que o produto final esteja em conformidade com as expectativas dos sócios da empresa e dos clientes.

Cálculo dos tempos de ciclo de vida das operações

Verifica o tempo de vida de um processo até que ele tenha de ser reformulado devido ao crescimento ou a mudanças tecnológicas.

Gerenciamento enxuto

Uma boa gestão também regula seus próprios processos, evitando que eles sejam burocráticos demais a ponto de comprometer os resultados.

Contabilidade

A contabilidade envolve todas as tarefas cotidianas relacionadas a operações financeiras, impostos e conformidade fiscal. Portanto, a gestão contábil habitual de uma empresa envolve os seguintes procedimentos.

Coleta de dados

É o processo ativo de reunir as informações com todos os funcionários e setores de uma organização.

Centralização

Reunião das informações financeiras em um só lugar — o que pode ser facilitado com a implementação de um software de recursos corporativos com ferramentas de integração.

Preparo de demonstrações financeiras

A partir das informações obtidas pelos métodos anteriores, será a hora de fazer toda a documentação relacionada à movimentação de recursos dentro de uma empresa, como balanço de estoque, fluxo de caixa etc. Atualmente, a contabilidade conta com softwares integrados que reduzem bastante a complexidade dessas tarefas.

Compliance externo

Todos os negócios estão sujeitos a regulamentações e a leis. Portanto, a contabilidade garante que as ações financeiras da empresa estejam seguindo fielmente todos os requisitos legais, como registro livro-caixa, controle de pontos, folhas de pagamento, recolhimento de tributos, cumprimento da legislação trabalhista etc.

Compliance interno

As empresas maiores geralmente têm seus regulamentos próprios, que também precisam ser obedecidos. Isso é essencial para que os bancos, os investidores e os acionistas confiem nos dados prestados pela instituição.

Com essas atividades, a tomada de decisões estratégicas fica muito mais fácil, pois você terá demonstrações financeiras respeitadas pelo mercado e pela diretoria.

Estratégia

A gestão estratégica é a área responsável por analisar a posição da sua empresa no mercado e elaborar medidas para melhorá-la. Para isso, é preciso responder alguns processos imprescindíveis:

Análise estratégica

Busca desenhar o cenário de como a sua empresa vem competindo no setor, elencando os pontos fortes e fracos.

Levantamento de caso

Tendo em vista os resultados anteriores, busca verificar quais são seus recursos atuais para criar uma vantagem competitiva.

Análise de ambiente

O quão seus equipamentos, sua infraestrutura e pessoal estão adaptados para mudanças operacionais? Como um ambiente favorável pode ser desenvolvido?

Análise de concorrência

Realiza um mapeamento das fraquezas, pontos fortes, oportunidades e ameaças de todas as empresas que concorrem direta ou indiretamente com você no setor.

Planejamento estratégico

É o produto principal da gestão estratégica, sendo o documento responsável por definir a missão, os valores e os objetivos de um negócio. Todos os recursos serão concentrados para cumpri-lo. É, portanto, um acordo em que todas as partes envolvidas se comprometem em prol de resultados prioritários.

Assim, ter uma visão estratégica de alto nível é essencial para resistir a crises e sair mais forte delas.

Finanças

No item de contabilidade, explicamos as práticas de gestão em um nível mais cotidiano, das operações diárias de todo e qualquer negócio. Já a gestão financeira envolve decisões maiores e impactantes, como grandes compras, fusões e aquisições, tomada e realização de investimentos, liberação de dividendos para acionistas e divisão de lucros entre os sócios.

Sua principal meta é aumentar o valor da sua empresa no mercado com boas práticas de governança. Com isso, as seguintes tomadas de decisões podem ser otimizadas:

  • Abertura de capital: disponibilizar parte da propriedade da sua empresa em bolsas de valores de capital anônimo;
  • Abertura de novas filiais: expandir o negócio abrindo novas unidades em mercados diferentes;
  • Criação de um modelo de franquias: ampliar o número de lojas com a venda de licenças;
  • Abertura de uma rodada de investimento: oferecer participação nos lucros em troca de aporte de capital para o desenvolvimento de produtos etc.

Será a gestão financeira a responsável por fazer todas as análises e modificações possíveis para tornar essas estratégias bem-sucedidas.

Marketing

Uma estratégia de marketing envolve muito mais do que anunciar produtos ou serviços nos meios de comunicação e na Internet. Pelo contrário, é um processo muito mais complexo, que se inicia com a criação de uma identidade de marca para se diferenciar dos concorrentes. Depois disso, é entender de forma profunda os desejos e necessidades dos clientes de modo a entregar exatamente o que eles precisam.

Para que isso ocorra, o plano de marketing elaborado pela gestão é crucial e envolve os seguintes pontos:

  • segmentação;
  • diferenciação;
  • posicionamento de produto;
  • branding;
  • análise de mercado;
  • estratégias de Inbound e Outbound Marketing etc.

Por que a gestão empresarial é importante?

Quando uma empresa começa a funcionar, vários objetivos são estabelecidos pelos sócios do negócio. Para que que eles sejam alcançados, todas as partes têm de funcionar harmonicamente, com o mínimo de ruído e desordem.

Como explicamos, essa é a função primordial da gestão empresarial. Desse modo, todos os recursos são utilizados de forma otimizada, traduzindo-se em qualidade para os clientes. A seguir, mostramos as principais vantagens de realizar uma boa gestão empresarial.

Redução no desperdício

Ter um funcionário ou uma equipe dedicada a observar a utilização dos recursos permite a identificação de falhas e gargalos nos processos que geram desperdício. Além disso, eles podem pensar em medidas para melhorar a eficiência de uma forma geral. Consequentemente, sua empresa acaba lucrando em duas linhas de frente: aumento das vendas e redução dos custos.

Simplificação da estrutura organizacional

A gestão elabora estratégias para uma divisão eficaz do trabalho, tendo em vista a especialização individual e a alocação de recursos. Desse modo, sua empresa não será uma terra de ninguém, mas um local onde todos sabem suas responsabilidades e direitos sem conflitos de autoridade, podendo exercer um campo de influência.

Do ponto de vista operacional, também são criados processos bem documentados, com métricas e indicadores para avaliar a sua performance. Então, em vez de ficar anos com tarefas burocráticas e ineficientes, a gestão empresarial traz uma identificação e uma correção rápida. Assim, seu negócio estabelece um ciclo virtuoso de constante aprimoramento.

Aumenta a estabilidade

As empresas mais estáveis são muito respeitadas no mercado, pois geram uma confiança muito grande nos investidores. Afinal, ninguém quer arriscar o próprio dinheiro. Por isso, o gerenciamento estratégico tem como objetivo maior blindar as instituições das turbulências do mercado. Assim, são desenvolvidas várias medidas de contenção emergencial de gastos, reserva de capital, campanhas de marketing etc.

Sem essas medidas, você fica exposto à vulnerabilidade e terá de tomar medidas difíceis para evitar a falência. Por isso, falamos que, em algum momento, as empresas sempre são obrigadas a melhorar a qualidade de sua gestão. Caberá a você decidir se isso será feito para controlar uma crise ou para gerar ciclos virtuosos.

Aumento da produtividade

Sem a liderança de um gestor, os funcionários se sentem confusos e acabam tomando decisões equivocadas. Por isso, é essencial ter alguém para alocar os talentos nas funções adequadas, reconhecer habilidades, indicar treinamentos e capacitações e, sobretudo, ouvir. Logo, ter um líder se traduz em um aumento de produtividade, pois os feedbacks fornecidos por ele são capazes de incentivar os funcionários a melhorar.

Crescimento da lucratividade

Com todos esses benefícios, as receitas aumentam de forma significativa. Devido a uma estrutura organizacional eficiente, as metas estão sendo constantemente monitoradas e os recursos, realocados. A grande vantagem é a sustentabilidade da lucratividade, pois, como os custos são reduzidos ao máximo, sua empresa poderá suportar flutuações no mercado e manter uma boa margem de lucro.

​Portanto, com a implementação de uma cultura de gestão empresarial focada em resultados, você verá os números do seu negócio melhorarem exponencialmente. O crescimento jamais poderá ocorrer sem essa medida tão importante. Observe as maiores multinacionais do mercado: são elas quem absorvem as técnicas mais modernas de gestão. Da mesma forma, as startups de destaque seguem essa mesma tendência. É impossível crescer sem um planejamento estratégico, não tenha dúvidas!

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Beluga
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